Há uma diferença enorme entre inteligência e maturidade emocional: uma capacidade não garante a outra. Existem ciladas das quais o inteligente consegue sair, mas o emocionalmente maduro jamais teria entrado. A inteligência sugere ousadia; a maturidade emocional traz prudência.
Enquanto a inteligência te qualifica para debater com quem discorda, a maturidade emocional te orienta a não te envolver. A inteligência desenvolve o remédio, mas a maturidade previne a doença. O inteligente sabe o “que”; o emocionalmente maduro percebe o “como”. A inteligência se desenvolve pela ampliação do aparato cognitivo; já a maturidade emocional está ligada à capacidade de amar sinceramente a si mesmo e ao outro. A maturidade emocional diz respeito à relação consigo mesmo, que se expande na relação com o outro. Se ainda não aprendeu a amar-se verdadeiramente, não pode chamar de amor o que tem pelo outro. A inteligência nos leva a conquistar aquilo que desejamos; amadurecemos emocionalmente na medida em que aprendemos a perder. Quem não desenvolveu a capacidade de se tratar com respeito e compaixão, acaba projetando no outro expectativas e idealizações que não são amor, mas medo de abandono e busca por aprovação.
Prof. Renato Dias Martino
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