quarta-feira, 1 de junho de 2022

DO QUE É POSSÍVEL ESCOLHER - Prof. Renato Dias Martino

Quando a gente fala da realidade material, nós estamos falando aqui daquilo que pode ser visto, que pode ser tocado. Realidade sensorial, aquela realidade da qual nós podemos tocar, podemos acessar pelos órgãos dos sentidos. Então, esta é a realidade material, esta é a vida material, essa é a materialidade das coisas.

Esta essa dimensão da realidade, dentro da formulação religiosa, a gente tem lá nos Vedas, por exemplo, na cultura védica, a ideia de Maya. O véu de Maya. Uma das traduções ali do sânscrito Maya, quer dizer, aquilo que pode ser medido. Então aquilo que pode ser medido, para a formulação religiosa é ilusão. Ela é simplesmente uma fragmentação do que a gente pode chamar de real. Então, essa é a disposição das escolhas do humano. O ser humano quando escolhe, escolhe a partir da realidade material porque é o que se pode obter, é o que se pode ter. É o que você tem a ilusão de obter. É uma decisão. Você está fragmentando. Quando você decide alguma coisa, você fragmenta, você tira aquilo do todo e isso é esquizoparanóide. Aí vamos buscar a psicanálise ali.
Dentro da perspectiva kleiniana da contribuição da Melanie Klein (1882 — 1960),
 o bebê divide a mãe em duas da mãe boa e a mãe ruim. E aí ele escolhe a mãe boa pra ele. Então, no nosso cotidiano, a gente precisa escolher o que é bom e o que é ruim. Porque a gente não consegue concatenar, a gente não consegue atingir, abranger, melhor dizendo, a realidade como um todo que vai muito pra além desta configuração material. Quando você está de acordo com a realidade, o caminho é um só. Qual realidade? Primeiro de todas e soberana, a realidade de si mesmo, a sua própria realidade. Quando você tá de acordo consigo mesmo, quando você está em acordo com sua limitação, com o seu limite, você começa a se conectar com o todo. Porque aí você consegue reconhecer o limite do outro também. Schopenhauer (1788 — 1860) usa a palavra “negação” da vontade. Na tradução que a gente tem ali da obra do Schopenhauer “negação” da vontade. Mas a gente usa num outro formato.
Negação pra gente aqui é ignorar. Não é negar a vontade, não é ignorar a vontade, mas simplesmente adiar a vontade. Ser capaz de adiar a vontade e renunciar dos desejos.
  Quando eu sou capaz de renunciar dos desejos e adiar a vontade, eu entro num acordo com a realidade. Qual é o remédio pra isso? O ato de fé, a esperança! E o livre arbítrio é um dom divino. Ele dá isso daí. Ele permite que você possa se apegar à realidade material. O livre arbítrio é isso, e se a escolha e se a escolha só está dentro da perspectiva da materialidade então... Por que está dentro da materialidade das coisas? Porque dentro do âmbito emocional afetivo, por exemplo, não tem escolha. Você não escolhe sentir nada. Você não decide gostar de alguém ou deixar de gostar de alguém. Você não decide amadurecer ou não. Você não decide odiar. Essas coisas não estão dentro da perspectiva da escolha ou da decisão. Aquilo existe, a gente precisa tomar consciência disso e se responsabilizar quanto a isso.  Reconhecer isso e passar a se responsabilizar por isso, cada um por si. A mudança é interna, a mudança é de cada um. A transformação é através da desobstrução do reconhecimento da realidade. Da possibilidade de renunciar, aprender a tolerar a frustração a ponto de conseguir renunciar a satisfação sensorial que a materialidade das coisas nos traz.
O cara perguntou pra Jesus Cristo: que eu preciso para ir com você, pra te seguir? Ele fala: meu amigo, larga tudo, mas não traz nem outra muda de roupa. Vem com a roupa do corpo. Por que que ele falou isso aí? Porque seguir Jesus Cristo a entrar num acordo com a realidade. É justamente essa possibilidade de se sustentar com uma imagem internalizada, não é? E com isso dispensar o real concreto. Quando eu tenho um símbolo, aquele símbolo significa um monte de outras coisas. Me lembrou aqui a raposa, lá com o principezinho. Então, olha que bacana, né? O simbólico faz com que você olhe para a realidade material para além da realidade material. A raposa não gostava de trigo, mas a partir do momento da simbolização do principezinho, os campos de trigo passaram a ter importância pra ela. Importância do quê?
De ir lá colher o trigo pra fazer farinha e comer? Não, a importância da contemplação que fazia com que ela recordasse os cabelos dourados do principezinho. Então, não é só a materialidade, é para além disso.

Se a gente está falando de religião, nós estamos falando de religar. Religar. Então, se a gente tá falando de se religar qualquer dogma que vier para fragmentar, para separar, para segregar, está sendo um desserviço dentro disso. Então, religião dentro do meu entendimento é tudo aqui que promove a ligação e a religação, que acontece porque o sujeito se desliga de si mesmo quando ele entra em contato com essa sociedade mundana que faz com que ele separe, segregue... Assim como eu comecei minha fala lá atrás: Dentro da vida cotidiana, você precisa separar, você precisa segregar... Aqui é o lugar de fulano, ali é o lugar de cicrano. A sociedade é classista. Principalmente nos dias de hoje. O grupo LGBT, não seio o que mais..., os negros, os índios, os brancos. Então, existe uma tendência de segregar, de fragmentar. E se a religião tiver a serviço disso, ela está advogando contra a sua o seu próprio fundamento. Então, quando a gente fala de formulações religiosas aqui, nós estamos nos utilizando da religião seja ela qual for. Então, de vez em quando fala da cultura védica, do budismo, do cristianismo.  Mas está aberto aí, se o sujeito tem conhecimento do candomblé, o que vier, vai vir para enriquecer e expandir e integrar. É pra isso que serve, se não for nesse serviço pra nós também não interessa.

E talvez seja desta religião que o Freud (1856 - 1939) estivesse falando ali. Talvez seja desse Deus que o homem criou e não o Deus que criou o homem. Isso é próprio do humano, não tem como sair disso. Nós estamos presos nisso. A tua casa é tua casa. Você precisa tê-la como tua casa, por mais que não seja tua. Porque, como é que você vai fazer? Você vai deixar o portão aberto, a porta aberta a noite a hora que você for dormir? É ilusão? É, mas é teu! Nós estamos presos nisso. Não tem como fugir disso. Ah! Mas a posição esquizoparanóide é uma posição é ruim, não, ela não é ruim, ela faz parte do desenvolvimento. A segregação é parte do crescimento. Mas ela te afasta da realidade. Assim, e se você for perceber em toda configuração existe uma segregação dentro da perspectiva do princípio e uma integração na perspectiva da expansão do crescimento, do ir para além. A própria Bíblia, por exemplo, o antigo, o velho testamento é fragmentário, é esquizoparanóide. É segregador. E aí Jesus Cristo veio, no novo testamento para agregar. O próprio Bion, traz a ideia do ato de fé como o principal norteador do psicanalista que abre mão da sua memória, do seu desejo e da ânsia de compreensão. Qual é a importância disso na prática clínica. Qual é a importância dessa coisa da renúncia, ou da não escolha. Ou do reconhecimento de que nós não escolhemos porcaria alguma. Já que Freud nos mostrou aí que o ego não é dono da sua própria casa. Lá em 1917, em UMA DIFICULDADE NO CAMINHO DA PSICANÁLISE, ele é muito claro quanto a isso. Não é o ego que escolhe. O ego pode no máximo se responsabilizar pela escolha.  Mas escolher é uma faculdade do id e também do superego. Nós estamos no meio dessas duas instâncias aí. Então, como é a intervenção do analista em relação ao seu paciente, a partir dessa nossa reflexão? O uso da ideia de escolha dentro da sessão psicanalítica precisa ser sempre questionado. Porque, quando o paciente tem a convicção a definição de que ele escolheu alguma coisa, ele entrega isso ao seu “deveria ser”, ele entrega isso ao seu superego. Então, se você escolheu isso e se isso e por acaso teve um insucesso, então você é o culpado por isso. Não! Não foi você que escolheu! Você foi em direção daquilo que você dava conta naquele momento. Então você não pode ser condenado por isso. Porque, a grande questão da nossa clínica é justamente isso: não é o fato que o paciente traz. Mas é a exigência, a cobrança, a condenação, que o paciente cria a partir daquele fato que ele traz. É esse o grande dano! Quando você desobstrui esse caminho, o paciente começa a se responsabilizar por aquilo. Não! Eu fiz isso porque é aquilo que eu dei conta de fazer naquele momento. Então, não tem escolha. Então, não foi você que decidiu, meu amigo! E isso pra gente também. Você decidiu, você escolheu o que dizer pro seu paciente? Não, meu amigo. Não tem isso. Se você tiver dentro do teu tripé. Muito bem, meu amigo. Porque, aí você está mais responsável disso tudo. Então, se a gente ainda tiver a crença de que a gente pode escolher, de que a gente pode decidir, então acabou... Então a nossa psicanálise é superegóica. É daquilo que você deveria ser, então a gente tem um critério de “certo ou errado” que a gente vai ter que correr atrás, quando na verdade não é isso. Quando na verdade o que depende é o nosso nível de estar iludido ou estar de acordo com a realidade. E quanto a isso, não tem escolha. Isso depende do dia, depende da forma, depende da configuração do teu background do teu tripé. Do quanto você está podendo contar com a tua análise pessoal, com uma supervisão bem sucedida, com encontros riquíssimos, como esse dessa noite. Então, não tem escolha. Não tem decisão! Vou mais longe. Ah! A decisão só pode acontecer dentro do âmbito material. Mas, será? Vamos ir um pouquinho além? Será que você escolheu a roupa que você está usando agora? Será que você realmente escolheu essa roupa que você está usando hoje? Ou foi uma série de questões, uma série de configurações, de contingências, que te levaram a pegar esta roupa pra colocar hoje? E aí, a gente enche o papo, dizendo assim: eu escolhi! Você escolheu? O que você escolheu?







domingo, 1 de maio de 2022

DO ACORDO COM A REALIDADE

 


Realidade é talvez o termo mais abstrato que se possa encontrar. Isso gera a impressão de que cada sujeito tem sua realidade, sendo que a realidade de um sujeito não é a mesma realidade do outro. No entanto, esse é mais um atalho, tão confortável quanto ilusório, dentre outros, utilizado pelo conhecimento humano, nas tentativas de ampliação do que é possível saber. A realidade é uma só, o que muda e a capacidade de cada um em reconhecê-la.

O que chamamos de realidade, na verdade, é apenas uma aproximação. O que podemos ter da realidade parece ser, no máximo, um contato eventual e isso dependerá do grau de disponibilidade na tolerância aos desconfortos que essa experiência deve gerar. Não me parece possível ter um discernimento integral, ou ainda, não acredito que seja possível à alguém estar o tempo todo em contato com a realidade. Grande parte do tempo estamos nos guiando por aquilo que aprendemos, situamos como caminho preestabelecido e que não necessariamente enquadra-se na realidade. Isso quando não estamos orientando-nos por ilusões, das quais acreditamos ser realidade.


A realidade não pode ser apreendida pelo aparelho cognitivo. Não se pode conhecer a realidade, ainda que se possa reconhecer e diferenciar aquilo que é real, no que é verdadeiro, daquilo que é falso e esteja sendo mantido pelas ilusões. No entanto, isso depende muito mais da maturidade emocional, na capacidade de tolera frustrações, do que da habilidade intelectual, que se refere ao “saber sobre”. Esse exercício se refere a capacidade de percepção e reconhecimento daquilo que não podemos controlar.

Se o saber não pode dar conta do reconhecimento da realidade, logo, isso não pode ser feito através de dados armazenados na memória. Aquilo que se pode lembrar sobre o passado, não condiz com a realidade que, por sua vez, se manifesta no tempo presente. Sendo assim, da mesma maneira, aquilo que se pode desejar, nas expectativas de futuro, também não coincide com a realidade.

A realidade só pode ser reconhecida na ocasião da falta. O amor é um bom exemplo disso. Se aprende a amar realmente, na ausência do objeto a ser amado. Além do mais, não é possível saber o que é realmente amor, mas o que não é amor fica evidente à aquele que realmente ama a si mesmo. Um relacionamento verdadeiro é aquele que permanece mesmo nas faltas.

Na verdade, o que parece realmente possível ter com a realidade é um acordo e isso se dá no nível emocional/afetivo. A palavra “acordo” tem origem no Latim, accordare, variação do verbo concordare, na junção do prefixo ad, “a, para”, mais cor, “coração”. Sendo assim, a verdade só pode se manifestar através da configuração de um clima de concórdia. O acordo que se possa estabelecer com a realidade só pode ocorrer por meio de renúncias e isso requer tolerância às frustrações.

O primeiro contato que se tem com a realidade é sempre doloroso, perturbador, gerador de desconforto e estranhamento. Muitas vezes, esse contato ocorre por conta de alguma situação de extrema adversidade, já que antes disso acontecer, nada parece levar o sujeito ao reconhecimento da realidade. Ainda assim, depois de se viver experiências catastróficas, abre-se a possibilidade de expansões de proporções nunca antes experimentadas. A realidade, que num primeiro momento pode parecer dura, quando se está sendo capaz de se firmar um acordo com ela, passa a ser a maior aliada no fluxo da vida.


O reconhecimento da realidade só acontece quando já se esgotaram todos os recursos que pudessem manter as ilusões. Evitamos o reconhecimento da realidade, pois a partir de então nos tornamos conscientes da nossa real fragilidade e isso revela nossa verdadeira vulnerabilidade frente ao mundo. Quando passamos a perceber e reconhecer a realidade, isso nos leva a respeitá-la, assim como ela é e isso faz manifestar nossa vã tentativa de controlar, seja lá o que for. A partir do reconhecimento da realidade passamos a nos tornar responsáveis por ela.

Quando se está em acordo com a realidade não existe escolha, já que ela está configurada independente das nossas expectativas. Quando entramos num acordo com a realidade percebemos que o caminho verdadeiro é um só e os outros somente se dispõem enquanto estamos iludidos.







Prof. Renato Dias Martino

Psicoterapeuta e Escritor



Alameda Franca n° 80, Jardim Rosena,

São José Do Rio Preto – SP

Fone: 17- 991910375

prof.renatodiasmartino@gmail.com

http://pensar-seasi-mesmo.blogspot.com/

http://gepa.com.br/

Inscreva-se no canal: https://www.youtube.com/user/viscondeverde/videos




#daspequenaspoesias #acolher #acolhimento #olivrododesapego #poesiapsicanalítica #renatodiasmartino #psicoterapia #psicanálise #amar #amor #gratidão #consciência #wilfredbion #pensarseasimesmo #freud #sãojosédoriopreto #grupodeestudopsicanálisedoacolhimento #GEPA #grupodeestudopsicanalisedoacolhimento #poesiapsicanalitica

sexta-feira, 1 de abril de 2022

PSICANÁLISE DOS VÍNCULOS

 


Até as contribuições de Melanie Klein (1882 - 1960), tínhamos uma psicanálise do sujeito.  Nesse modelo de prática, o psicanalista teria a função de analisar o paciente, em suas características tentando, com isso que tomasse consciência daquilo que poderia estar obstruindo o funcionamento mental saudável. A partir da introdução das contribuições de Wilfred Bion (1897 - 1979), principalmente no que se refere às ideias de funções das relações (Bion, 1962), passou a ser possível o desenvolvimento de uma psicanálise dos vínculos. “Não se pode atribuir inveja a uma parte ou outra; na realidade ela é uma função da relação.”. (Bion, em ATENÇÃO E INTERPRETAÇÃO, 1970).
Logo, aquilo que precisa ser realmente analisado é o vínculo. Essa mudança de vértice ocorre a partir da percepção de que no âmbito emocional-afetivo não pode existir característica excepcionalmente do indivíduo. Tudo aquilo que ocorre no campo emocional-afetivo, depende sempre de duas ou mais pessoas. Sendo assim, é necessário que se estabeleça um vínculo entre o analista e o paciente, no que devemos denominar aliança terapêutica, para que se inicie efetivamente uma análise.
E isso coincide com o que Sigmund Freud (1856 – 1939) já nos orientava em 1912, sobre a necessidade de se estabelecer a transferência positiva, entre paciente e analista, para que a análise se inicie efetivamente. Dessa maneira, Freud espantosamente já deixava sementes, por assim dizer, para o futuro da psicanálise. Nesse modelo de prática clínica da psicanálise, o que importa realmente, não é o que o paciente relata ao analista, mas o que pode significar o ato de relatar aquilo ao analista. A análise de qualquer sujeito do qual o analista não se encontre vinculado, passa a ser duvidosa, baseada tão somente em suposições ou ainda deduções.


A saber, não acredito que uma psicanálise possa ser bem sucedida enquanto baseada em deduções ou suposições. Ora, se o paciente não estiver disposto a se vincular ao analista, não há o que se analisar. Se o paciente não está conseguindo cumprir minimamente o que foi acordado entre as partes, para que se possa iniciar o processo psicoterapêutico, nada pode ser realizado. Chamamos essa capacidade do paciente se dedicar ao processo psicoterapêutico de analisabilidade.
Condições mínimas necessárias precisam ser cumpridas, para que possa se estabelecer um bom vínculo. O vínculo saudável é o que fundamenta uma psicanálise bem sucedida.

Assim que for possível se estabelecer com sucesso, o vínculo deve então ser bem cuidado pela dupla. Esse cuidado propicia a expansão da relação, preparando o ambiente emocional saudável, para que os elementos que carecem ser acolhidos emerjam durante as sessões. 

Quando o vínculo foi realmente estabelecido, criando laços, assim como nos orienta a Raposa na obra de Antoine Saint-Exupéry (1900-1944), O PEQUENO PRÍNCIPE, sobre cativar:
“É preciso ser paciente, respondeu a raposa. Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, cada dia, te sentarás mais perto ...” (SAINT-EXUPÉRY, 1963).

Pois bem, uma vez bem estabelecido, o vínculo nunca mais se desfará. Se por ventura se desfez o vínculo é sinal de que na realidade nunca existiu.

O rompimento é uma propriedade do plano material, não existe rompimento no mundo emocional-afetivo. O que pode ocorrer nessa ordem de experiências é tão somente uma adequação, no que seja possível se estabelecer entre as partes.

 

Bion, W. R. O APRENDER COM A EXPERIÊNCIA. (Paulo Dias Corrêa, Trad.) Rio de Janeiro: Imago. (Originalmente publicado em 1962)

____________. ATENÇÃO E INTERPRETAÇÃO. Rio de Janeiro: Imago. (Originalmente publicado em 1970)

FREUD, S. A DINÂMICA DA TRANSFERÊNCIA, (1912), in EDIÇÃO BRASILEIRA DAS OBRAS PSICOLÓGICAS COMPLETAS – Edição Standard Brasileira, Imago (1969-80).

SAINT-EXUPÉRY, A. de. O PEQUENO PRÍNCIPE, Rio de Janeiro: Ed. Agir, 1963.

 






Prof. Renato Dias Martino

Psicoterapeuta e Escritor



Alameda Franca n° 80, Jardim Rosena,

São José Do Rio Preto – SP

Fone: 17- 991910375

prof.renatodiasmartino@gmail.com

http://pensar-seasi-mesmo.blogspot.com/

http://gepa.com.br/

Inscreva-se no canal: https://www.youtube.com/user/viscondeverde/videos


#daspequenaspoesias #acolher #acolhimento #olivrododesapego #poesiapsicanalítica #renatodiasmartino #psicoterapia #psicanálise #amar #amor #gratidão #consciência #wilfredbion #pensarseasimesmo #freud #sãojosédoriopreto #grupodeestudopsicanálisedoacolhimento #GEPA #grupodeestudopsicanalisedoacolhimento #poesiapsicanalitica